O Sr. Correia

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Em tempos que já lá vão, enquanto membro da Obra, eu – e todos os N e Agred. – quando se pretendia fazer uma compra de peça de vestuário, depois de obtida a necessária autorização de compra, sempre éramos acompanhados de outro membro a fim de que não houvesse exageros, entre outros motivos, que não são relevantes para este caso. Eu escolhi um fato que tanto necessitava. Acontece que a minha decisão e escolha foi contrariada e a opção foi por outro fato que em nada tinha a ver comigo. Não me ficava bem, não estava dentro dos padrões para a minha idade e era antiquado.

Conclusão: Quando, pela primeira vez vesti aquele fato, fui apelidado de “Sr. Correia”, que é como quem diz “ motorista de Táxi” ou algo semelhante. O mais engraçado de tudo isto é que esta “brincadeira de mau gosto” veio de outros membros da Obra.

Não tenho nada contra os motoristas. È bom de ver.

Este gozo foi de tal maneira que nunca mais vesti aquele fato e, claro está, fui aconselhado a comprar novo fato, e dar o anterior a um probre.

Parece anedota, mas isto é pura verdade.

J. Pinto

Portugal